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Márcio Rea destaca os desafios da operação do sistema elétrico diante da nova demanda

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Marcio Rea, diretor-geral do ONS, em entrevista à Times Brasil | CNBC no LAWINFRA Summit Brasília 2026
Marcio Rea, diretor-geral do ONS, em entrevista à Times Brasil | CNBC durante o LAWINFRA Summit Brasília 2026. Imagem: Times Brasil | CNBC.

Diretor-geral do ONS aborda, em entrevista à Times Brasil | CNBC, os desafios de coordenar a expansão de grandes cargas, fontes renováveis e rede elétrica no Brasil.

Assista à entrevista

O diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Marcio Rea, concedeu entrevista à Times Brasil | CNBC durante o LAWINFRA Summit Brasília 2026. A conversa integra a cobertura especial do encontro, realizada pela emissora em parceria com o LAWINFRA.

Rea foi um dos debatedores dos Grandes Painéis do Summit, que reuniu autoridades, reguladores, agentes do setor elétrico, investidores e especialistas para discutir os desafios da infraestrutura brasileira.

O ONS coordena a operação do Sistema Interligado Nacional (SIN), buscando manter, em tempo real, o equilíbrio entre geração e consumo de energia. Essa função ganha complexidade com a expansão das fontes renováveis, o crescimento da geração distribuída e a chegada de grandes consumidores, como os data centers.

Grandes cargas e renováveis exigem coordenação

A discussão não se resume à existência de energia no país. Projetos de grande porte dependem de capacidade de conexão, reforços de rede, critérios técnicos e previsibilidade para que a demanda possa ser atendida com segurança operacional.

Na cobertura da Times Brasil | CNBC, o diretor do ONS apresenta a perspectiva do operador sobre esse cenário. O vídeo permite acompanhar a íntegra da entrevista e os pontos destacados por Rea durante o LAWINFRA Summit.

Entrevista integra a cobertura especial do Summit

O tema dialoga com uma das conclusões centrais do evento: a expansão da infraestrutura elétrica requer coordenação entre planejamento, regulação, operação do sistema, investimentos e segurança jurídica.