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Guindaste cai sobre Linha 15-Prata e interrompe parte do monotrilho

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Ilustração editorial do atendimento a um guindaste tombado contra a via elevada de monotrilho, com trem parado e perímetro de segurança
Técnicos avaliaram a via elevada depois do tombamento; a cena é conceitual, não reproduz o trem, o guindaste ou o ponto exato do acidente. Ilustração editorial original produzida por inteligência artificial. Crédito: LAWINFRA/IA.

Equipamento tombou perto da estação Camilo Haddad e foi atingido por um trem; passageiros saíram sem ferimentos, operador foi socorrido e técnicos avaliam a estrutura.

Um guindaste tombou sobre a estrutura elevada da Linha 15-Prata do Metrô de São Paulo e foi atingido por um trem na manhã deste sábado, 24 de outubro, próximo à estação Camilo Haddad, na zona leste. O acidente ocorreu por volta das 11h30 na Avenida Professor Luiz Ignácio Anhaia Mello.

Passageiros saíram sem ferimentos

Os passageiros foram desembarcados em segurança e não houve feridos dentro do trem, segundo as informações divulgadas pelo Metrô e pelo Corpo de Bombeiros. O operador do guindaste ficou ferido e foi socorrido. Seu estado de saúde não havia sido informado no fechamento desta matéria.

Trem foi recolhido para manutenção

O trem envolvido foi recolhido para manutenção. Técnicos do Metrô permaneceram no local para avaliar possíveis danos à via elevada e trabalhar no restabelecimento. A Defesa Civil e equipes de emergência também foram acionadas.

Paese atende o trecho bloqueado

A circulação ficou interrompida em parte da linha, com trens atendendo o trecho operacional e ônibus do Plano de Apoio entre Empresas em Situação de Emergência, o Paese, transportando passageiros na seção bloqueada. A delimitação do trecho variou ao longo da resposta, conforme as equipes reorganizaram o atendimento.

Ocorrência afetou veículos e energia

O tombamento também derrubou uma árvore e danificou veículos na avenida. O fornecimento de energia na região foi afetado e restabelecido para a maior parte dos clientes, segundo a distribuidora. Esses efeitos externos não permitem, por si sós, concluir a extensão do dano na infraestrutura metroviária.

Causa ainda está sob apuração

A empresa apontada como responsável pelo equipamento informou à imprensa que acompanha o caso e colabora com as autoridades. Não havia explicação conclusiva sobre a causa do tombamento, as condições de estabilização do guindaste ou a responsabilidade pela ocorrência.

Inspeção definirá a retomada

A inspeção estrutural é o marco imediato. A retomada integral depende da retirada segura do equipamento, da avaliação da via, da manutenção do trem e da liberação operacional. Sem laudo público, não é possível afirmar se houve dano permanente ou antecipar prazo de normalização.

Plano de içamento deverá ser investigado

A apuração deverá esclarecer o plano de içamento, o isolamento da área, as condições do solo e do equipamento e a coordenação de atividades próximas à linha em operação. Eventuais medidas administrativas, civis ou contratuais dependerão dessas conclusões.