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Planejamento da infraestrutura precisa integrar drenagem, transportes e regulação, defende secretária

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Paisagem costeira fictícia com ponte, ferrovia e estruturas de drenagem integradas.
Ilustração editorial criada com inteligência artificial; não representa obra ou local específicos.

Em apresentação na Semana da Engenharia, Natália Resende relacionou adaptação climática, contratos de longo prazo e coordenação das políticas públicas.

A secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística de São Paulo, Natália Resende, defendeu a integração entre planejamento, governança e adaptação climática na infraestrutura. A apresentação ocorreu na 81ª Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia, em Aracaju, e foi relatada pelo Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) em 16 de outubro.

Clima e coordenação das políticas públicas

Segundo a secretária, planos de transporte, saneamento e energia precisam dialogar entre si e considerar as particularidades municipais. Ela apontou a drenagem como componente a incorporar aos projetos rodoviários diante de chuvas mais intensas e eventos extremos.

Resende também defendeu o fortalecimento das agências reguladoras e o uso de informação para orientar investimentos. Nesse contexto, citou o Índice Confea de Infraestrutura do Brasil como instrumento de apoio às políticas públicas.

Escala e contratos de longo prazo

Na gestão de resíduos, a secretária relacionou a escala regional à viabilidade de contratos de longo prazo e ao aproveitamento econômico dos materiais. Para água, esgoto e drenagem, ressaltou que as soluções de contratação e remuneração precisam considerar características próprias de cada serviço.

A exposição apresentou a perspectiva da gestora sobre a organização dos projetos e das políticas setoriais. O debate conecta preparação técnica, continuidade dos serviços e capacidade de resposta aos riscos climáticos.