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Rota da Celulose inicia atendimento com 56 veículos em 870,3 quilômetros de rodovias

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Ilustração conceitual de veículos de assistência em rodovia de Mato Grosso do Sul
Ilustração editorial exclusiva criada por inteligência artificial; não representa instalação ou operação real. Crédito: LAWINFRA/IA.

Frota de ambulâncias, guinchos e inspeção começou a operar em 26/10 em Mato Grosso do Sul; é nova etapa dos serviços de uma concessão formalizada em fevereiro.

A concessionária Caminhos da Celulose iniciou em 26 de outubro a operação de atendimento com uma frota de 56 veículos nos 870,3 quilômetros da Rota da Celulose, em Mato Grosso do Sul. O governo estadual apresentou a estrutura como uma nova etapa de implantação dos serviços previstos no contrato.

Corredor reúne rodovias estaduais e federais

O atendimento abrange trechos das rodovias MS-040, MS-338 e MS-395, além das federais BR-262 e BR-267. O corredor liga Campo Grande à região leste do estado e integra o transporte de cargas associado à indústria de celulose.

A frota reúne ambulâncias de resgate, guinchos leves e pesados, veículos de inspeção e supervisão, caminhões-pipa e guindautos. Sua função é prestar assistência, responder a ocorrências e acompanhar as condições de circulação.

Investimento global não é desembolso imediato

A concessão foi formalizada em fevereiro de 2026 e tem duração de 30 anos. O valor de aproximadamente R$ 10,1 bilhões citado pelo estado corresponde ao conjunto de intervenções e despesas operacionais ao longo do contrato, não a um aporte realizado na apresentação da frota.

Assistência e obras têm marcos distintos

Para motoristas, transportadoras e moradores dos municípios atendidos, a mudança está na estrutura disponível para apoio e resgate. O desempenho do serviço deve ser acompanhado por disponibilidade das equipes, comunicação com os usuários e resposta às ocorrências, além das obrigações de conservação da via.

O início do atendimento não comprova a conclusão de todas as melhorias rodoviárias previstas. Recuperação de pavimento, obras de ampliação e demais intervenções seguem seus próprios marcos contratuais. A avaliação da concessão precisa acompanhar essas entregas separadamente da mobilização da frota.