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LAWINFRA · Instituto de Estudos e Pesquisas · Observatório Internacional da Justiça e da Arbitragem

ARTIGO · ENERGIA E SEGURANÇA JURÍDICA · 27 DE OUTUBRO DE 2026

Reeleição, custo do capital e a economia eletrificada: o que o setor elétrico pode esperar até 2027

A continuidade removeu o risco de ruptura e deixou à mostra o outro, que é fiscal e monetário. A regulação está pronta; o juro precisa deixar.

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Ilustração de contrato diante de linhas de transmissão, hidrelétrica e data center, com oscilação financeira ao fundo
Ilustração editorial produzida com auxílio de inteligência artificial.

IBOVESPA EM 2 PREGÕES

-14,32%

26 e 27/10 · circuit breaker na segunda · 175.710 pontos

SELIC HOJE → CURVA FIM DE 2027

13,75% → ~15%

antes da eleição, a curva via 12,50% no fim de 2027

GÁS DA UNIÃO (PPSA)

R$ 377 mi

1,1 mi m³/dia vendidos em 22/10, ágio médio de 35%

O contrato sobreviveu ao pregão

A reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva, confirmada no domingo 25 de outubro com 51,79% dos votos válidos contra 48,21% de Flávio Bolsonaro, produziu na segunda-feira seguinte o pregão mais violento da B3 desde 1998: o Ibovespa caiu 13,88%, acionou o circuit breaker pela primeira vez desde março de 2020 e fechou a terça-feira a 175.710 pontos, com perda acumulada de 14,32% em dois dias. O dólar saltou 8,25% e estacionou em R$ 5,35. As elétricas caíram mais que o índice.

Elétricas caíram entre 11% e 31% no pregão de 26/10

Variação diária (%) no primeiro pregão após a reeleição · Ibovespa como referência

Energisa (ENGI11)−31,0%
Equatorial (EQTL3)−30,0%
Auren (AURE3)−27,0%
Eneva (ENEV3)−16,9%
CPFL (CPFE3)−14,2%
Ibovespa−13,9%
Copel (CPLE3)−12,9%
Axia / ex-Eletrobras (AXIA3)−12,4%
Cemig (CMIG4)−11,4%

Fontes: Poder360, Bloomberg Línea e B3 — fechamentos de 26/10/2026

Este artigo parte de uma constatação que o noticiário financeiro deixou passar, pois nenhum desses números alterou uma vírgula de contrato de concessão, de edital de leilão ou de resolução normativa da ANEEL. A receita de uma distribuidora ou de uma transmissora não é votada, mas está escrita em contrato administrativo protegido pelo art. 37, XXI, da Constituição e pela Lei 8.987/1995, com revisão tarifária periódica e garantia de equilíbrio econômico-financeiro. O que oscilou na segunda-feira foi o custo do capital que desconta essa receita — e é sobre esse custo, não sobre a regulação, que o segundo mandato será julgado pelo setor elétrico.

O texto que segue tem sete movimentos: a lógica da reeleição e o que ela entrega ao país; os deveres de casa do governo, a começar pelos juros; a economia eletrificada que o presidente reeleito colocou no centro do seu primeiro discurso; a oportunidade de um projeto menos politizado para o setor, com nuclear e Itaipu como casos-teste; soberania e mercado em data centers e baterias; e os dois sinais positivos para 2027 — o gás da PPSA e a abertura do mercado de energia.

A lógica por trás da reeleição — e o que ela entrega ao país

A virada entre o primeiro e o segundo turno — a primeira em uma eleição presidencial desde 1989 — tem uma leitura institucional que interessa mais ao setor de infraestrutura do que a leitura partidária. O eleitor mediano, decisivo nos 211 municípios que mudaram de lado e nos 1,4 milhão de votos que São Paulo moveu, não escolheu entre dois programas econômicos detalhados; escolheu entre continuidade e recomeço. E, para quem investe em ativos de 30 anos, continuidade tem um preço mensurável. Três benefícios concretos decorrem disso.

BENEFÍCIO 1

Agenda em execução, não em discussão

Lei 15.269/2025, abertura do mercado livre, reserva de capacidade, expansão da transmissão e Redata (Lei 15.504/2026) são obra do governo reconduzido. O custo de transição — 12 a 18 meses de paralisia decisória — foi evitado.

BENEFÍCIO 2

Previsibilidade regulatória como ativo

O calendário da ANEEL seguiu intacto nas 48 horas do choque: Leilão de Transmissão 4/2026 em 30/10, editais de baterias aprovados em 27/10, consulta da Reforma Tributária até 30/10.

BENEFÍCIO 3

Menos ruído com as agências

Um governo que continua não reocupa diretorias, não relê consultas abertas nem reconstrói a interlocução com ONS e CCEE. Para o investidor que compara Brasil, México, Chile e Índia, isso vale tanto quanto a taxa de retorno.

Ruptura regulatória, na experiência de quem acompanha o setor há três décadas, raramente vem de eleição — vem de medida provisória editada em crise, de jabuti em lei de conversão, de liminar na véspera de leilão. Nenhum desses riscos cresceu. Nada disso significa que a reeleição seja boa por si. Significa que ela remove um risco — o de descontinuidade — e deixa à mostra o outro, que é fiscal e monetário.

Os deveres de casa: o juro é o inimigo do investimento

A Selic está em 13,75%, após cinco cortes consecutivos desde março de 2026. Até a véspera do segundo turno, a curva de juros futuros (DI) precificava uma sequência de cortes que levaria a taxa a 12,50% no fim de 2027. Na segunda-feira 26, essa aposta foi abandonada: os contratos passaram a embutir Selic estável na reunião do Copom da semana seguinte, chance majoritária de alta em dezembro e uma taxa próxima de 15% para o fim de 2027. Os juros futuros subiram mais de 300 pontos-base em um único pregão — a B3 precisou ampliar os limites de oscilação da sessão.

Os deveres de casa do governo reeleito, portanto, não estão na ANEEL. Estão na Fazenda e no Banco Central.

01

FISCAL Um sinal crível antes do anúncio da equipe econômica

Estrategistas foram unânimes na terça 27: a estabilidade dos ativos depende do arcabouço fiscal do segundo mandato e do nome do ministro. O discurso da vitória não tratou de contas públicas; o silêncio tem prazo de validade curto.

02

MONETÁRIO Preservar a autonomia do Banco Central

Permitir que o ciclo de cortes interrompido pela curva seja retomado assim que o câmbio acomodar. Cada 100 pontos-base de Selic a menos valem, para um lote de transmissão de 30 anos, mais do que qualquer incentivo setorial.

03

TARIFÁRIO Não compensar o juro alto com subsídio

Aliviar a conta de luz por encargo setorial ou por MP é exatamente o tipo de ruptura que a continuidade prometeu evitar. O caminho correto é o que a Lei 15.269 já desenhou: abertura de mercado e competição.

04

CALENDÁRIO Blindar os leilões da volatilidade

Transmissão em outubro, baterias em dezembro, o edital de 2027 no TCU: o investidor de longo prazo precisa saber que as datas não se movem com o pregão.

O leilão de sexta-feira 30 de outubro será o primeiro teste. Se os sete lotes forem arrematados com deságio relevante sobre a receita anual permitida, o mercado de concessões terá dado um recado oposto ao da Bolsa. Se houver lotes vazios ou deságio zero, o juro alto terá cobrado seu preço — e a culpa não será da eleição, será do custo do capital que o governo ainda não conseguiu domar.

A economia eletrificada pede atenção

Na noite de domingo 25 de outubro, no primeiro pronunciamento após o resultado, o presidente reeleito falou pouco de economia e nada de contas públicas — mas falou de energia. Defendeu atrair data centers para o Brasil com base na capacidade renovável do país, afirmou que pretende desenvolver uma inteligência artificial nacional para reduzir a dependência de tecnologias americanas e chinesas, e disse que as empresas que instalarem data centers aqui terão de reservar parte da capacidade para dados e demandas brasileiras. A economia verde foi apresentada como prioridade do mandato.

Não é retórica de palanque: é a tradução política do Redata, a Lei 15.504/2026 sancionada em setembro, que concede regime tributário especial a data centers que usem energia renovável e reservem parte da capacidade ao mercado interno. O presidente escolheu, no seu primeiro discurso, o tema que une soberania digital e eletricidade. Para quem trabalha com infraestrutura, isso tem um significado preciso: a eletricidade deixou de ser um insumo para virar o sistema operacional da economia. E um sistema operacional exige atenção em três pontos que a euforia dos data centers costuma esconder.

ATENÇÃO 1

Conexão antes de geração

O Brasil não tem problema de energia; tem problema de escoamento. Curtailment no Nordeste, pareceres de acesso além de 2029 e fila de grandes cargas mostram que o gargalo está na rede. Cada leilão de transmissão é um leilão de capacidade para a economia eletrificada.

ATENÇÃO 2

Carga firme exige fonte firme

Um data center opera 24/7 e não aceita intermitência. A matriz renovável precisa de lastro: baterias, reservatórios e uma discussão séria sobre nuclear. Os leilões de baterias de dezembro são o começo dessa resposta.

ATENÇÃO 3

Custo de capital é custo de conexão

Um data center de 300 MW faz a mesma conta do investidor de transmissão: 30 anos de fluxo descontados a uma curva que subiu 300 pontos. Sem juro em queda, a energia limpa barata é anulada pelo dinheiro caro.

Um projeto menos politizado: nuclear e Itaipu como casos-teste

Se a continuidade remove o risco de ruptura, ela também remove a desculpa. Um governo em segundo mandato, sem eleição à frente por quatro anos, tem a janela rara de tratar o setor elétrico como política de Estado e não como arena partidária. Dois temas medem se essa janela será usada.

Nuclear

A decisão sobre Angra 3 foi adiada repetidas vezes pelo CNPE, sempre com a tarifa da usina como ponto de disputa, enquanto o próprio presidente cobrou dos ministros uma definição. O custo de não concluir a obra já foi estimado em mais de R$ 10 bilhões pelo governo. Independentemente do mérito de Angra 3, o ponto estrutural é outro: um país que quer atrair data centers com energia firme e limpa não pode manter a fonte nuclear num limbo decisório. Reatores modulares, o papel da Autoridade Nacional de Segurança Nuclear e a reestruturação da Eletronuclear são decisões técnicas que ficaram reféns do calendário eleitoral. Com o calendário encerrado, não há mais razão para adiá-las.

Itaipu

Em 22 de outubro — três dias antes do segundo turno — o Departamento de Estado americano anunciou, por meio do subsecretário Christopher Landau, uma parceria entre a Crusoe, empresa americana de infraestrutura de computação, e a paraguaia Araico para construir data centers de inteligência artificial no Paraguai abastecidos diretamente pela energia de Itaipu, com operação prevista para meados de 2027 e descrita como potencialmente o maior investimento privado estrangeiro da história daquele país. O Brasil, sócio da usina, não participou do anúncio. O acordo incluiu ainda cooperação em uso civil de energia nuclear.

Para um projeto menos politizado, a resposta brasileira não é a indignação, e sim a competição: concluir a negociação do Anexo C em termos que reconheçam o novo valor da energia paraguaia; acelerar a conexão de grandes cargas no lado brasileiro de Foz do Iguaçu e no oeste do Paraná, onde a mesma energia de Itaipu chega sem fronteira; e tratar a atração de data centers como política industrial, não como disputa diplomática. O Paraguai acaba de provar que a eletricidade virou, também, um instrumento de geopolítica. O Brasil tem muito mais eletricidade do que o Paraguai; precisa apenas decidir usá-la com a mesma clareza.

Soberania e mercado: data centers e baterias como reserva de mercado inteligente

A palavra "soberania" costuma assustar o investidor estrangeiro, e com razão histórica: no Brasil ela já serviu de rótulo para reserva de mercado de informática, para conteúdo local mal calibrado e para estatização por decreto. Mas há uma versão de soberania que o investidor entende e respeita, porque a encontra nos Estados Unidos, na União Europeia e na Índia: a exigência de que parte da capacidade instalada atenda ao mercado interno e de que o conhecimento técnico seja transferido ao país que oferece a energia e o território.

É essa a versão que o discurso de domingo e o Redata desenham para data centers. A reserva de parte da capacidade para dados brasileiros não é um custo para o investidor que já pretende atender clientes locais; é uma garantia de demanda âncora. E o incentivo condicionado ao uso de energia renovável transforma a vantagem comparativa da matriz em cláusula contratual. Vista assim, a soberania funciona como reserva de mercado inteligente: protege o cliente nacional sem fechar a porta ao capital estrangeiro.

O mesmo raciocínio vale para baterias, com um detalhe a mais. Os dois primeiros leilões de reserva de capacidade com armazenamento, cujos editais a ANEEL aprovou em 27 de outubro, criam pela primeira vez um mercado regulado para sistemas de baterias no Brasil. O desenho inicial manteve o custeio com os agentes de geração, como determina a lei, enquanto o PL 3.716/2026 tramita em urgência na Câmara para redistribuir essa conta. Há aqui uma escolha de política industrial a fazer: o Brasil pode ser apenas comprador de baterias chinesas e coreanas, ou pode usar o volume dos leilões — e o conteúdo tecnológico dos contratos — para atrair integração local, know-how de operação e, ao longo do tempo, fabricação.

PRINCÍPIO 1

Regra clara, não discricionária

Reserva de capacidade e exigência de energia renovável em lei e em contrato, como já estão no Redata — nunca em portaria sujeita a mudança de humor.

PRINCÍPIO 2

Transferência de conhecimento, não de propriedade

O objetivo é formar engenheiros, operadores e integradores brasileiros, não obrigar o investidor a ceder ativos.

PRINCÍPIO 3

Competição entre regiões

O Nordeste tem a energia mais barata; o Sudeste tem a fibra e a carga; o Sul tem Itaipu. A localização é decidida pelo mercado, com o Estado garantindo a rede.

Feito assim, o Brasil troca a dependência que o presidente citou no discurso — de tecnologia americana e chinesa — por interdependência: capital e tecnologia estrangeiros, energia, território e mercado brasileiros. É a única soberania que gera investimento em vez de afastá-lo.

2027 em dois sinais positivos: o gás da PPSA e a abertura do mercado

Se o custo do capital é a má notícia de curto prazo, há duas boas notícias já contratadas para 2027 — e nenhuma delas depende de nova lei.

Sinal

O que já está contratado

Por que importa para a economia eletrificada

Gás da União (PPSA)

1º leilão exclusivo para a indústria em 22/10: 1,1 mi m³/dia em 110 lotes, ágio médio de 35%, R$ 377 mi arrecadados, ~US$ 5,83/MMBtu. 32 empresas (Vale, Gerdau, Ternium, CSN, Yara) em 5 setores. Entrega mar–dez/2027 em Itaboraí; nova oferta de 1,8 mi m³/dia planejada.

Cria um segundo vendedor relevante num mercado até aqui monopolizado na prática: termelétricas de lastro mais baratas, indústria eletrointensiva mais competitiva e pressão sobre preços sem intervenção tarifária.

Abertura do mercado de energia

Lei 15.269/2025 inaugurou a abertura total; decreto da baixa tensão editado pelo MME em agosto de 2026 (Open Energy, comercializador varejista). 2027 como ano de transição; 2028 como marco da abertura ao consumidor residencial. Estimativas do setor: economia de até 18% para quem migrar.

A reforma estrutural mais importante desde a Lei 10.848/2004: a distribuidora vira operadora de rede, o consumidor escolhe fornecedor, o gerador vende para quem quiser. Substitui subsídio por competição — o antídoto correto para o juro alto.

Ambos os sinais têm algo em comum: são políticas de Estado iniciadas no primeiro mandato que só produzem fruto no segundo. É exatamente o tipo de ativo que a continuidade preserva — desde que a CCEE e a ANEEL mantenham instrumentos para disciplinar inadimplência e garantias ao longo da migração.

Conclusão: a regulação está pronta; o juro precisa deixar

A reeleição entregou ao setor elétrico o que ele mais precisava e menos aparece nos gráficos de Bolsa: continuidade de contrato, de agenda e de interlocução. Nenhum leilão foi adiado, nenhuma consulta foi suspensa, nenhuma lei precisou ser renegociada. O calendário da ANEEL atravessou o circuit breaker sem mover uma data.

O que a reeleição não entregou — e não poderia — foi custo de capital baixo. A curva de juros subiu 300 pontos em um dia e passou a precificar Selic perto de 15% no fim de 2027. Esse é o dever de casa, e é inteiramente do governo: sinal fiscal, autonomia do Banco Central, recusa ao subsídio tarifário e calendário de leilões blindado da volatilidade.

Se esse dever for cumprido, o Brasil tem diante de si um ciclo raro: data centers que o presidente colocou no primeiro discurso, baterias com mercado regulado a partir de dezembro, gás da União competindo com a Petrobras desde março de 2027, abertura do mercado de energia em 2028 e a chance de tratar nuclear e Itaipu como questões de Estado — enquanto o Paraguai acaba de mostrar que a eletricidade virou instrumento de geopolítica.

Sérgio Leverdi é advogado, CEO do LAWINFRA — Instituto de Estudos e Pesquisas Observatório Internacional da Justiça e da Arbitragem — e sócio-fundador da Advocacia Leverdi.

FONTES CONSULTADAS (TODAS ABERTAS EM 27/10/2026)

TRE-SP — Lula é reeleito com 51,79% dos votos válidos https://www.tre-sp.jus.br/comunicacao/noticias/2026/Outubro/eleicoes-2026-lula-e-reeleito-presidente-da-republica-confira-resultado-do-2o-turno-em-sp

eixos — temas de energia na campanha; mapa da virada entre turnos https://eixos.com.br/politica/eleicoes/eleicoes-2026/lula-e-reeleito-em-virada-inedita-veja-como-temas-de-energia-foram-tratados-na-campanha/

TAGD — Lula destaca data centers e renováveis em discurso após vitória https://tagdlaw.com.br/lula-destaca-data-centers-e-renovaveis-em-discurso-apos-vitoria/

Estado de Minas — discurso da vitória: nada sobre contas públicas https://www.em.com.br/politica/platobr/2026/10/7527784-no-discurso-da-vitoria-poucos-sinais-sobre-a-economia-e-nada-sobre-contas-publicas.html

Reuters/Investing — Ibovespa desaba com circuit breaker https://br.investing.com/news/stock-market-news/ibovespa-desaba-mais-de-15-em-pregao-com-circuit-breaker-apos-reeleicao-de-lula-2102794

TradeMap — fechamento de 27/10 e acumulado de dois dias https://trademap.com.br/noticias/news-8519460

Poder360 — queda das ações por setor em 26/10 https://www.poder360.com.br/poder-economia/queda-das-acoes-atinge-quase-todos-os-setores-da-bolsa/

Bloomberg Línea — operadores abandonam apostas em corte de juros https://www.bloomberglinea.com.br/mercados/operadores-abandonam-cenario-de-corte-de-juros-e-veem-chance-de-alta-ate-2027/

Money Times — estabilidade depende do fiscal e do nome da Fazenda https://www.moneytimes.com.br/tempo-real-27-10-26-lils/

Convergência Digital — EUA anunciam data center de IA no Paraguai com energia de Itaipu https://convergenciadigital.com.br/mercado/eua-bancam-data-center-para-ia-no-paraguai-usando-energia-gerada-por-itaipu/

Tribuna PR — como o acordo EUA-Paraguai pode afetar o Paraná https://www.tribunapr.com.br/noticias/parana/como-acordo-eua-para-usar-energia-itaipu-em-data-center-pode-afetar-parana/

Cenário Energia — CNPE aprova retomada de estudos sobre Angra 3 https://cenarioenergia.com.br/2025/10/01/cnpe-aprova-retomada-de-estudos-para-definir-futuro-da-usina-nuclear-angra-3/

eixos — custo de não concluir Angra 3 ultrapassa R$ 10 bi https://eixos.com.br/custo-para-nao-concluir-angra-3-ultrapassa-r-10-bi/

Tribuna do Sertão — PPSA vende 100% do gás da União no 1º leilão para indústrias https://www.tribunadosertao.com.br/financas/2026/10/22/1003209-ppsa-vende-100-do-gas-da-uniao-no-primeiro-leilao-exclusivo-para-industrias-e-planeja-nova-oferta-em-2027

Cenário Energia — Lei 15.269 inaugura abertura total do mercado livre https://cenarioenergia.com.br/2025/11/25/lei-15-269-inaugura-abertura-total-do-mercado-livre-e-redefine-direitos-dos-consumidores-de-energia/

Cenário Energia — decreto de abertura da baixa tensão (MME, agosto de 2026) https://cenarioenergia.com.br/2026/08/10/decreto-abertura-mercado-livre-baixa-tensao-alexandre-silveira/

Cenário Energia — abertura da baixa tensão pode reduzir conta de luz em até 18% https://cenarioenergia.com.br/2026/07/08/abertura-da-baixa-tensao-inaugura-nova-era-do-mercado-livre-e-pode-reduzir-conta-de-luz-em-ate-18/

Cenário Energia — Leilão de Transmissão 4/2026 em 30/10 https://cenarioenergia.com.br/2026/10/26/aneel-leilao-transmissao-4-2026-b3-investimentos/

Poder360 — ANEEL aprova editais dos leilões de baterias https://www.poder360.com.br/poder-energia/aneel-aprova-editais-de-leiloes-de-baterias-e-conta-fica-com-geradores/

Agência iNFRA — setor espera continuidade na política energética https://agenciainfra.com/blog/lula-e-reeleito-e-setor-espera-continuidade-na-politica-energetica/